Confesso que não vejo nada de divertido no Acordo, nem neste livro, de Andrey do Amaral. Chamar o trema de "fantasminha camarada" porque morreu mas de vez em quando vai aparecer em alguns nomes estrangeiros (Hübner, Citroën...) não chega a ser uma piada.
Mas, enfim, compreende-se o apelo comercial. Mais um título ajudando a difundir as novas regras ortográficas.
é escritor, tradutor, doutor em Filosofia da Educação (USP), professor, palestrante, blogueiro, autor de vários livros sobre leitura, linguagem, escrita criativa, educação, formação docente e estética.
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www.gabrielperisse.com
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