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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Opinião isolada... ou nem tanto

"Este acordo é uma completa estupidez... O nosso português é o original e vão modifica-lo por causa dos brasileiros? Eles que mudem o deles!"

(Anónimo...)

domingo, 12 de abril de 2009

Cada um com seus problemas...

Para que o Acordo dê certo é fundamental que todos os falantes da língua portuguesa conheçam os problemas próprios e alheios. O que incomoda os brasileiros não incomoda os portugueses. E o contrário também é verdade.

O chargista português Antero Valério nos faz perceber que o fim do acento circunflexo em "dêem", "crêem" e "vêem" (agora "deem", "creem" e "veem") provoca perplexidade entre os lusitanos, alterando, ao que parece, a pronúncia desses verbos.

Não é problema nosso... mas é. Enquanto só olharmos para as "dificuldades brasileiras" em aprender as novas regras ortográficas, o Acordo poderá ser apenas um pretexto para a desunião...

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Vamos todos adoptar o Acordo?

Os portugueses fazem distinção entre "Português Europeu" e "Português do Brasil". Tal distinção tende a ser menos marcada a partir de agora, pelo menos na escrita. O Acordo foi pensado com este objetivo. Nós, brasileiros, costumamos nos referir ao "Português de Portugal". Contudo... o Português não é de ninguém. É de todos aqueles que "moram" neste idioma.

O sucesso do Acordo dependerá de que todos comecemos a adotar... ou adoptar as novas regras! Sem mais adiamentos ou desculpas.

Há resistências aqui e lá. Resistência também nos países africanos, porém com menos intensidade. Em alguns casos, na África, o problema é que o Acordo Ortográfico não é tão urgente quanto outras questões, até mesmo de sobrevivência e organização social.

As resistências nascem da dificuldade natural e compreensível de aceitarmos mudanças. Quem já passou 30 anos escrevendo de determinada forma, não consegue, da noite para o dia, desprender-se de certos hábitos. Mas quem tem flexibilidade para fazê-lo... demonstra verdadeira capacidade de escrever!